Qualidade e benefício em seu trabalho, por Marcio Alaor do BMG

Em 2012, uma pesquisa revelou dados interessantes a respeito da produtividade no trabalho, onde os funcionários de uma empresa fizeram uma lista de benefícios que gostariam de receber da empresa onde trabalham, recorda Marcio Alaor, executivo do Banco BMG, grande instituição financeira. Existe uma diferença entre o que pode ser feito para seus funcionários que torna seu custo-benefício atraente e o que torna-se inviável e oneroso. É possível ser flexível quanto ao horário de trabalho, por exemplo, desde que o serviço seja realizado eficientemente. Por outro lado, promover um funcionário baseando-se apenas em seu tempo na empresa, sem que ele esteja apto ao cargo pode ser um risco, explica Marcio Alaor, referindo-se à pesquisa.

Analisando os dados dessa pesquisa, o primeiro item é “trabalhar com mais qualidade e ganhar mais”. Como isso é possível? Marcio Alaor mostra que os dados sugerem que uma reorganização no espaço e tempo de trabalho é favorável. Desse modo o empenho é focado em executar, tarefas simples e complexas, de forma rápida e eficiente. Com isso, o tempo exigido em cada função diminui e tem-se tempo para engajar-se em novas incumbências. Seguindo essa premissa nota-se um aumento, não só da produtividade, mas um aumento do número de serviços concluídos com êxito. Assim, os ganhos aumentam consideravelmente, reporta Marcio Alaor, recordando os princípios do Banco BMG.

Ainda segundo a pesquisa, os funcionários querem um ambiente de trabalho onde sentem prazer em trabalhar. Personalizar seu espaço, de modo a deixá-lo mais familiar e agradável, elevam sua atenção e determinação no cumprimento das suas funções ao longo do dia. Dessa forma, preocupações e estresse diminuem diante da sensação de que você é o senhor daquele espaço e que o prazer de uma tarefa bem finalizada dependem muito do ambiente ao seu redor.

Outro fator que faz a diferença na obtenção do melhor resultado na empresa: liderança. Um líder eficiente vem com a experiência que obteve ao longo do trabalho e da realização bem sucedida das tarefas propostas pela empresa. Capacitar líderes entre os colaboradores incentiva resultados melhores e mostra que é possível atingir patamares mais altos e, com isso, obter sucesso, maximizando lucro para si mesmo, os seus e a empresa que representa, assim como ocorre no Banco BMG, por exemplo.

O que mais pode ser citado na pesquisa para que haja melhoria no ambiente de trabalho e a cordialidade e compromisso entre funcionários e diretores,conforto no seu espaço de trabalho e reconhecimento da dedicação ao emprego também evidenciam que as pessoas trabalham mais e melhor onde possam se sentir úteis e reconhecidas. O importante, reitera Marcio Alaor,do Banco BMG, segunda a pesquisa realizada, é que haja um acordo mútuo entre empresa e colaborador, para que ambos possam usufruir da capacidade máxima um do outro. No ambiente propício, as pessoas tendem a dar o melhor de sim. Isso é fato. Elas precisam ser incentivadas e direcionadas para obterem o melhor resultado em suas tarefas diárias. Por que não se fazer valer disso e lucrar? Conclui, Marcio Alaor, do Banco BMG.

Fonte: Exame

São registradas mais notícias compartilhadas no Facebook, reporta Marcio Alaor

O surgimento constante de novas mídias sociais faz com que algumas dessas plataformas, principalmente aquelas que já estão há muito tempo no mercado, acabem perdendo espaço ou, mesmo que continuem sendo muito utilizadas, tenham mudanças na forma como os usuários fazem seu uso e na preferência que dão as suas funcionalidades. Dessa maneira, o empresário brasileiro Marcio Alaor, executivo do Banco BMG, reporta a seguir alguns detalhes que mostram que o Facebook, que é a rede social mais usado em todo o mundo, está perdendo espaço quando o assunto são as postagens de conteúdos pessoais e passando a ter um volume maior de compartilhamentos de notícias.

Marcio Alaor começa noticiando que, de acordo com pessoas que têm conhecimentos amplos sobre redes sociais e a maneira como elas lucram, o Facebook tem se esforçado nos últimos tempos, através da criação de novos recursos, para evitar a diminuição das postagens pessoais e de conteúdos originais, que são aqueles criados diretamente pelos usuários da rede. Isso porque esses materiais, que são os que produzem mais rendimentos para a empresa, estão sendo postados em um volume cada vez menor na rede social, cita o empresário do Banco BMG.

Segundo o próprio Facebook, a quantidade de postagens em geral continua muito grande. O problema é que as pessoas têm apresentado certa resistência em postarem conteúdos originais e fatos relacionados às suas vidas pessoais. Marcio Alaor ressalta que, de acordo com pessoas que conhecem bem o assunto, isso acontece porque a maioria das pessoas tem muitos amigos na rede social, o que cria certo receio no momento de fazer postagens que incluam alguma coisa relacionada à vida pessoal.

O executivo do Banco BMG noticia que, como o Facebook já tem mais de uma década no mercado, muitos de seus mais de 1,6 bilhões de usuários, adicionaram um grande número de pessoas como amigos, inclusive aquelas que são apenas conhecidas e até mesmo alguns desconhecidos. Destarte, por não quererem compartilhar detalhes pessoais com muitas outras pessoas, os usuários se sentem mais à vontade para postarem notícias e informações de outros sites. De acordo com informações, essa queda nas postagens de conteúdos originais é tratada pelos colaboradores da rede social que desenvolvem recursos contra isso como “colapso de contexto”.

Marcio Alaor reporta que, segundo o site de notícias sobre tecnologia The Information, o compartilhamento de conteúdos pessoais teve uma queda de 21% nos últimos anos. Isso aconteceu porque esse tipo de material passou a ser postado em outras redes sociais e serviços de mensagens, como o Snapchat e o Instagram, que pertence a mesma organização dona do Facebook. Contudo, segundo a própria empresa, a quantidade geral de postagens no Facebook em todo o mundo tem mantido os mesmos níveis ano a ano.
O empresário do Banco BMG destaca que, de acordo com pessoas conhecedoras do assunto, Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, tem ressaltado nas reuniões da empresa que é necessário inspirar os usuários da rede social a compartilharem conteúdos pessoais. Marcio Alaor noticia que, para conseguir isso, a maior rede social do mundo tem criado recursos que fazem os usuários relembrarem postagens de anos anteriores, alertam sobre datas especiais e incentivam o compartilhamento de fotos e conteúdos através dos celulares. Nesse sentido, uma das mais recentes inovações apresentadas foi a possibilidade de fazer postagens de vídeos ao vivo, finaliza o empresário do Banco BMG.

Fonte: Exame

Marcio Alaor reporta sobre como o desperdício contribui para as mudanças climáticas

Em uma conferência realizada no início do mês de abril, cientistas declararam que uma possível redução na quantidade de alimentos desperdiçados em todo o mundo seria capaz de reduzir a emissão de gases poluentes, causadores do efeito estufa, o que, consequentemente, também diminuiria os impactos que tem ocorrido no clima em várias partes do planeta, informa o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor.

Segundo uma nova pesquisa realizada pelo Instituto Potsdam de Pesquisa de Impacto Climático, cerca de 14% das emissões de gases poluentes que serão geradas pelo setor da agricultura até o ano de 2050 iriam ser evitadas caso houvesse uma administração mais junta dos alimentos, ao ponto de não haver mais o desperdício que existe atualmente.

Um dos condutores do estudo, Prajal Pradhan, declarou que no cenário atual é possível identificar a agricultura como um dos principais indutores das mudanças climáticas pois, tendo como exemplo o ano de 2010, mais de 20% das emissões globais de gases que causam o efeito estufa foram emitidos pela agricultura, noticia o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor. Com um controle maior sobre os alimentos e o fim do desperdício, ocorreria uma redução nos gases emitidos em âmbito global, o que também retardaria as mudanças climáticas que vivenciamos hoje.

De acordo com as estatísticas, reporta Marcio Alaor, executivo do Banco BMG, cerca de 30 a 40% do total de alimentos produzidos no planeta são desperdiçados. Uma parte dessa comida acaba estragando enquanto está sendo transportada e nunca chega sequer aos supermercados e demais pontos de venda. A outra parte, não é vendida pelos comerciantes e também sendo jogada no lixo, sem jamais ser consumida.

No momento, a grande preocupação dos especialistas é de que essa parcela de alimentos que são desperdiçados anualmente possa aumentar ainda mais, caso países com grandes populações como a Índia e a China adotem determinados hábitos alimentares típicos do Ocidente, como consumir muita carne vermelha. No Ocidente, o consumo de alimentos ocorre de forma exacerbada e além das pessoas comprarem mais comida do que o saudável, muitas vezes esse excesso de comida acaba indo para o lixo.

Um outro estudo realizado paralelamente pela revista científica Environmental Science & Technology declarou que, conforme países pobres vão se desenvolvendo e a população mundial aumenta, as emissões de gases poluentes oriundos da agricultura podem aumentar de 0,5 gigatonelada de dióxido de carbono ao ano para cerca de 2,0 gigatonelas por ano em 2050, informa Marcio Alaor, executivo do Banco BMG.

Além de vantajosa para o controle do efeito estufa e das mudanças climáticas, uma possível redução do desperdício através de uma melhor distribuição dos alimentos também contribuiria para combater à fome em várias partes do mundo.

Essa análise fez com que os pesquisadores chegassem a conclusão de que apesar da necessidade média de consumo alimentar permanecer essencialmente a mesma durante as últimas décadas, a quantidade de alimentos disponíveis para o consumo aumentou muito, o que foi determinante para o aumento do desperdício, noticia o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor.

Fonte: Exame

Março foi o mês mais quente desde 1880, conta Marcio Alaor

Segundo um relatório divulgado pela Agência Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, cuja sigla em inglês é NOAA, o mês de março de 2016 foi o mês mais quente dos últimos 137 anos, um recorde que vem sendo quebrado a cada mês, durante os últimos onze meses, informa o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor.

A agência, que realiza essa avaliação desde o ano de 1880, registrou que esse último mês de março teve as temperaturas mais altas já vistas. Em termos numéricos, a temperatura do planeta foi aproximadamente 1,22ºC mais quente do que a temperatura média para um mês de março durante o século XX, que era de 12,7ºC.

Ao final do ano de 2015, a NOAA constatou que esse havia sido o ano mais quente desde que a avaliação começou a ser feita. Antes disso, 2014 já havia batido o recorde das maiores temperaturas já registradas. Essa sequência de recordes de temperaturas elevadas é uma das maiores preocupações dos cientistas, pois demonstra que o aquecimento global permanece acontecendo em ritmo acelerado, apesar da iniciativa internacional em combater o problema, noticia Marcio Alaor, executivo do Banco BMG.

Entre as partes do planeta que apresentaram temperaturas elevadas em comparação com a média para o mês de março, o leste do Brasil, o sudeste da Ásia e algumas regiões da Austrália foram os grandes destaques. Em contrapartida, também tiveram partes do globo com temperaturas abaixo da média, como o Reino Unido e a França. Todavia, isso não pode ser interpretado como algo positivo pois só ajuda a colaborar com a tese de que o clima do planeta está cada vez mais imprevisível e desequilibrado.

Com o aquecimento global, uma das principais consequências é o degelo das calotas polares. Nesse caso, as regiões mais afetadas do globo são o Ártico, a Groenlândia, a Antártida, a várias cordilheiras. Até o momento, cerca de 15% das calotas do Ártico já se perderam, enquanto na Antártida a perda já acumula mais de 3 mil quilômetros quadrados de extensão. Com esse derretimento das calotas polares, noticia Marcio Alaor, do Banco BMG, a causa imediata é o aumento no nível dos oceanos em até 7 metros, o que pode causar danos ambientais imensuráveis e incalculáveis.

Com essa elevação no nível dos oceanos, a população que reside no litoral será obrigada a migrar para outras localidades, o que acarretará ainda em danos econômicos e sociais, ressalta o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor. Além disso, as espécies marinhas também são afetadas com o degelo, pois o mesmo altera a temperatura dos oceanos e, consequentemente, o ciclo de vida de vários animais.

Paralelamente ao degelo, o aquecimento global também causa um fenômeno denominado de desertificação, o qual altera o fluxo das chuvas, intensifica a duração das secas em alguns locais e assim, contribui para o aumento da escassez de água, e para o surgimento de fenômenos naturais como tempestades, furacões e inundações, informa Marcio Alaor, do Banco BMG. Sendo assim, é essencial adotar medidas que amenizem esse processo de alteração climática e retarde os seus efeitos arrasadores.

Fonte: G1

Marcio Alaor reporta dados do IBGE sobre a inflação em fevereiro

A inflação vem preocupando muito os brasileiros nos últimos meses e sendo uma das principais causas da crise econômica atravessada pelo país. Por isso, Marcio Alaor, executivo do Banco BMG, noticia abaixo alguns dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre a inflação no mês de fevereiro.

O empresário começa reportando que, segundo o instituto, os números do mês em questão foram melhores do que os de seus antecessores. Embora nos últimos 12 meses o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) tenha acumulado uma alta de mais de 10% e 2,18% apenas em 2016, o índice recuou em fevereiro graças aos preços dos alimentos, que subiram menos do que em outros meses. Enquanto em janeiro o IPCA subiu 1,27%, no mês seguinte esse número ficou em apenas 0,9%.

Marcio Alaor noticia que, de acordo com os números divulgados, as despesas com educação e alimentos tiveram grande influência no índice. Com o início das aulas, em fevereiro aumentou em quase 5,6% a elevação dos gastos relacionados à educação quando comparados com o mês anterior. Já os preços dos alimentos, que são os maiores influenciadores do índice, comenta o executivo do Banco BMG, avançaram pouco mais de 1%, sendo que em janeiro este número tinha sido mais que o dobro. Outros fatores também contribuíram para essa diminuição, destaca Marcio Alaor. O preço dos transportes, por exemplo, teve uma redução na variação de mais de 1%, principalmente graças às passagens aéreas, que diminuíram mais de 15%, especialmente pela retração da demanda. Contudo, noticia o empresário do Banco BMG, os números relativos aos transportes não foram ainda melhores devido a aumentos nos preços dos ônibus urbanos e intermunicipais, do etanol, que subiu 4,22%, e da gasolina, que teve elevação de 0,55%.

Referente aos alimentos, Marcio Alaor reporta que, aliada à diminuição do consumo, a safra também teve grande influência na queda. Isso porque a oferta de alimentos como cebola, tomate e batata passou a ser maior em fevereiro com o inicio da safra. Isso fez com que os preços não tivessem uma grande elevação.

Outro fator que o executivo do Banco BMG ressalta nos números apresentados é a retração dos gastos com habitação, que, em relação ao IPCA, passaram de 0,81% em janeiro, para -0,15% em fevereiro. Isso, lembra Marcio Alaor, aconteceu principalmente pela redução dos gastos com energia elétrica, que recuaram 2,16%. Essa queda ocorreu devido à diminuição de 33,3% no valor da bandeira tarifária vermelha, que era de R$ 4,50 e passou a ser R$ 3,00.

Marcio Alaor também noticia que o IBGE divulgou que o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) ficou em 0,95% em fevereiro, enquanto no mês anterior tinha avançado 1,51%. Todavia, o empresário do Banco BMG reporta que o mercado sinaliza que, ao final de 2016, o IPCA deve estar em 7,59%, sendo que a meta prevista era de que esse número não ultrapassasse o teto de 6,5%, o que já seria ruim, pois a expectativa central para o ano era de 4,5%.

Fonte: G1

Entenda o IR 2016 com Marcio Alaor, do BMG

Para auxiliar o contribuinte na declaração do imposto de renda de 2016, o executivo Marcio Alaor, do Banco BMG, apresenta um guia prático, publicado na página de economia da Uol, com 27 dicas essenciais para um fácil entendimento sobre o imposto anual. Elaborado por especialistas das áreas de contabilidade e direito tributário, o guia trata dos principais temas referentes ao processo de declaração, e é uma ótima fonte de esclarecimento para os principiantes.

Sobre o Imposto

Conforme reporta Marcio Alaor, citando o guia da Uol, o Imposto de Renda é cobrado diretamente sobre os ganhos pessoais, de fontes como salários, aluguéis e prêmios de loteria, dentre outros. A contribuição possui margens diferenciadas aplicáveis aos diversos valores de renda, o que significa uma contribuição maior para quem ganha mais e uma contribuição menor para quem ganha menos.

Declaração

O desconto é realizado sobre os rendimentos, todos os meses, mas uma vez por ano, entre os meses de Março e Abril, o trabalhador é responsável pelo envio da declaração de seus gastos à Receita Federal. Marcio Alaor, do Banco BMG, esclarece que a declaração é uma forma de verificar se o contribuinte gastou menos ou mais que o devido, e abarca sempre os dados do ano anterior. No Imposto de 2016, por exemplo, o declarante envia os gastos e ganhos de 2015.

A Tabela

Para estipular o valor devido de contribuição, a Receita Federal soma todos os rendimentos do declarante no período, descontando depois uma parte daqueles gastos que foram declarados. O valor é confrontado com uma tabela, que determinará a porcentagem apropriada de imposto a ser pago.

Sobre as Deduções

As Deduções são certas despesas feitas no período declarado que podem ser abatidas, o que resulta para o contribuinte em um menor valor de imposto a ser pago. Marcio Alaor, do Banco BMG, cita os exemplos dados no guia, deduções sobre os gastos com educação e despesas médicas (planos de saúde, próteses ortopédicas, cirurgias plásticas), como também as despesas com dependentes.

Restituição do Imposto

Se o contribuinte pagou um valor de imposto maior do que era devido, verificado pela Receita, ele tem direito a uma restituição. Uma parte do que foi pago lhe é devolvida até o mês de dezembro, caso sua declaração não tenha maiores problemas. Conforme esclarece o guia, noticiado pelo executivo do Banco BMG, Marcio Alaor, de modo geral as restituições são feitas primeiramente para os contribuintes que primeiro declararam, um motivo a mais para que a declaração não seja feita nos últimos dias.

Pagamento do Imposto

Já nos casos em que a Receita verifica uma contribuição menor que a devida, o contribuinte paga a diferença. Ela é informada no final do preenchimento da declaração, e o pagamento pode ser realizado através do débito automático ou por meio de boleto.

A Sonegação

Marcio Alaor, do banco BMG, reforça que a sonegação de imposto é crime. O ato de enganar a Receita Federal implica em multa de até 150 % do valor do imposto devido, com pena que varia de dois a cinco anos de reclusão. Há casos, no entanto, em que a Receita entende não ter ocorrido má-fé por parte do declarante, que o seu erro não foi proposital, caso em que é cobrado somente o valor do imposto de renda com os juros e correções monetárias.

A Malha Fina

A Receita confronta os dados declarados com dados fornecidos por outros meios, como o valor informado pela empresa que paga o salário do contribuinte, por exemplo. É o chamado cruzamento de informações. Se os dados informados divergirem dos outros, o contribuinte é pego na malha fina, e deverá se explicar para a Receita.

Retificação de Dados

O erro na informação dos dados da declaração, ou mesmo seu esquecimento, pode ser corrigido durante um prazo de cinco anos, gratuitamente. O processo é feito através da chamada Declaração Retificadora. Conforme reporta Marcio Alaor, do Banco BMG, é melhor que a correção ocorra antes da Receita Federal notar, o que revela a boa-fé do contribuinte. Quando a Receita percebe o erro, ela pode chamar o contribuinte para os devidos esclarecimentos.

Serviços Contábeis

Nos casos de dificuldade no processo de declaração, os profissionais de contabilidade podem ajudar através de seus serviços remunerados. Outra possibilidade é baixar o programa da Receita em seu computador, que possui as orientações necessárias para o preenchimento e pode ser feito de maneira independente pelo contribuinte, como informado no guia e destacado por Marcio Alaor, do Banco BMG.

Quem deve declarar

Todos os que tiveram rendimentos tributáveis, (salário, aluguel) que excederam R$ 28.123,91 no ano de 2015. Para quem teve rendimentos não tributáveis, isentos ou tributados na fonte (caso da poupança), maiores que R$ 40.000 no mesmo ano. Também são obrigados a declarar os que possuem bens (como casa-própria) superiores a R$ 300.000 e aqueles que tiveram receita maior que R$ 140.619,55 em suas atividades rurais.

Declaração Simples ou Completa

Há dois modelos de declaração, o simplificado e o completo. Os que possuem mais despesas para a dedução geralmente escolhem o completo, para um maior abatimento no valor do imposto. Para aqueles que não possuem muitos gastos a serem deduzidos é aconselhável o modelo simplificado. O próprio sistema da Receita Federal aponta o melhor modelo para o contribuinte, como informa o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor.

O que se deve declarar

Declaram-se obrigatoriamente os ganhos do contribuinte (salários, aluguéis), os bens que possui (casa, carro) e os gastos (educação e saúde) do ano de 2015.

Sobre os ganhos

A categoria dos ganhos é subdividida em rendimentos tributáveis, rendimentos tributados na fonte e rendimentos isentos e não tributáveis. Os salários, as aposentadorias, as pensões e os aluguéis são rendimentos tributáveis. Prêmios oriundos da loteria e o 13º salário são rendimentos tributados na fonte. Já os ganhos isentos e não tributáveis, como observa Marcio Alaor, do Banco BMG, são as indenizações, a poupança e o seguro-desemprego.

Sem registro

Os trabalhadores autônomos e os prestadores de serviços, se excederem os limites estabelecidos em lei, também devem declarar o Imposto de Renda referente ao período.

Microempreendedor individual

O microempreendedor individual, o MEI, conforme observa Marcio Alaor, executivo do Banco BMG, declara obrigatoriamente o Imposto de Renda nos casos previstos em lei. Outra exigência é a declaração da empresa, que deve ser enviada anualmente, e é conhecida como Declaração Anual Simplificada.

Sobre os Dependentes

O valor estipulado pela Receita para os descontos com os dependentes (pais, filhos) é de R$ 2.275,08. O executivo do Banco BMG, Marcio Alaor, reporta ainda a diferença em relação aos gastos com a educação, limitados em R$ 3.561,50 para cada dependente, e os gastos com a saúde, sem limite estabelecido.

Aluguel

Embora não sejam deduzidos do imposto de renda, os gastos anuais com aluguel devem ser obrigatoriamente informados. Eles servem como dados para a declaração do locador, que por sua vez os informará como rendimentos do período em sua declaração.

A Poupança e a Conta corrente

Detalhe importante informado no guia e destacado por Marcio Alaor, do Banco BMG, é a declaração obrigatória do saldo em conta corrente e poupança do último dia do ano anterior, exigido caso ultrapasse o valor de R$ 140 na data.

Acerca dos comprovantes

O contribuinte deve informar em sua declaração os valores contidos tanto nos comprovantes de rendimento quanto nos comprovantes dos gastos durante o período declarado.

Sobre os dados adicionais

No momento da declaração, é necessária ter em mãos os números da agência bancária e conta onde a restituição do Imposto será depositada, nos casos de restituição. Como aponta Marcio Alaor, do Banco BMG, os dados dos dependentes também são necessários: nome completo, a data de nascimento, CPF e profissão.

Programas

Marcio Alaor destaca a necessidade de se baixar um programa apenas para o preenchimento da declaração e outro apenas para o seu envio. O executivo do Banco BMG cita ainda que programas adicionais são necessários em alguns casos, como ganhos em moeda estrangeira, venda imobiliária e participações empresariais.

Preenchimento

O preenchimento da declaração deve ser cuidadoso e baseado nos valores informados nos respectivos comprovantes. Apenas como exemplo, os informes de rendimento da empresa na qual o contribuinte trabalha trazem dados como “imposto de renda retido na fonte” e “total de rendimentos recebidos”. A declaração possui alguns campos especificados da mesma maneira.

Prazos

O prazo para a entrega da declaração é de dois meses. Este ano, conforme detalha Marcio Alaor, do Banco BMG, o período começa em 1º de Maio, terminando às 23h59m59s de 29 de Abril.

Multa

A Receita cobra uma multa mínima de R$ 164,57 para quem perde o prazo de entrega. 20% sobre o imposto devido é o valor máximo. O valor da multa em casos de sonegação é de 150% sobre o montante devido.

Meios de envio

É possível o envio da declaração através de Tablets e Smartphones, mas esses meios não permitem que declarações retificadoras sejam feitas. Para aqueles que declaram pela primeira vez o Imposto de Renda, o meio mais indicado é o computador.

Arquivo de Documentos

Como a Receita Federal pode questionar sua declaração por até cinco anos, é importante o armazenamento dos comprovantes de renda e dos pagamentos durante o período, com uma cópia da declaração e o número do recibo. Outra dica apresentada no guia, e reforçada por Marcio Alaor, é manter uma pasta com os documentos referentes ao último ano, o que facilitará o processo de declaração quando requisitado.

Marcio Alaor: conferência sobre o Zika vírus em Paris

Há muito já é notório que os casos de dengue no Brasil avançaram. Estes chegaram a tal ponto que o vírus evoluiu. O mosquito Aedes Aegypti, até então transmissor somente do vírus da dengue hoje é responsável também pela transmissão do Chikungunya e o temível Zica Vírus que causa microcefalia em bebês. Os casos têm se tornado tão alarmantes que invadem as fronteiras brasileiras e se refletem em vários países do exterior como nos EUA, por exemplo, onde matérias noticiando sobre fatos e propagações do vírus têm se tornado constantes.

Autoridades de saúde alertam para o fato e descrevem o momento como “cauteloso” onde o envolvimento de toda população, independente de sua esfera, é de suma importância. Com base nisto que ocorrerá na França uma conferência sobre o vírus da dengue aos quais estará reportando Marcio Alaor.

O executivo do BMG reporta o fato destacando que, segundo reportagem exposta no site G1, a conferência se dará em París no mês de abril, porém sem uma data ainda definida sendo mais tardiamente decidida. Ainda segundo reportagem, Marcio Alaor descreve que o grande objetivo da conferencia mundial realizada, será o de troca de conhecimentos a respeito dos vírus que estão associados ao mosquito Aedes Aegypti, principalmente em se tratando do vírus Zica, e com isto gerar novas idéias e soluções para erradicar a expansão do vírus no Brasil e em outros países que eventualmente possam vir a ser afetados.

A reportagem exposta no G1 ainda salienta mais uma vez a importância de uma colaboração mundial no que tange a situação emergencial a que chegou o caso de transmissão que evolui potencialmente gerando cada vez mais problemas de saúde como a microcefalia e a síndrome de Guillain-Barré. Marcio Alaor ainda lembra algo importante citado na reportagem, uma pesquisa realizada por especialistas já chegou a uma estimativa de casos de Zica vírus no continente americano e esta mesma pesquisa destaca que o núm.ero de infectados pelo vírus já passam de 134 mil casos com notificação sendo mais de 2000 casos confirmados. O executivo do Banco BMG ainda lembra que segundo reportagem, 80% dos casos não apresentam sintomas o que compreende-se que muitos podem ser portadores de tais vírus e sequer serem conhecedores.

Marcio Alaor termina destacando novamente o alerta reportado onde é necessário apoio mundial para chegarmos a uma solução contra o vírus Zica onde somente com o apoio de toda a população conseguiremos deter tais vírus de tamanha periculosidade.

Fonte: G1