Marcio Alaor do BMG, reporta análise feita pelo Banco Mundial que revela o novo perfil da pobreza no Brasil

A crise econômica brasileira, dentre muitas consequências, levou muita gente para baixo da linha da pobreza. Uma análise publicada em fevereiro deste ano, pelo Banco Mundial, estima que, por conta da instabilidade econômica do país, o número de novos pobres no Brasil fique entre 2,5 milhões e 3,6 milhões até o fim deste ano – dependendo de como a economia irá se manter em 2017. O vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor, apresenta os dados divulgados.

Primeiro é preciso entender que, de acordo com a análise do Banco Mundial, são considerados pobres aqueles com renda per capita abaixo de R$ 140 por mês. Conforme a instituição, os “novos pobres” são pessoas “mais jovens, qualificadas, que residem em áreas urbanas, vinham trabalhando no setor de serviços e são brancas”.

Marcio Alaor do BMG, explica que essa “nova pobreza” vem mais das áreas urbanas porque nas áreas rurais as taxas já são, historicamente, mais elevadas. Ela também é mais forte no Sudeste, pois, da mesma forma, o Nordeste já possui uma taxa maior da pobreza estrutural. A mesma lógica vale na comparação racial. A proporção de brancos é maior entre os não pobres, no entanto, a probabilidade de que eles componham a maioria dos “novos pobres” é bastante grande.

O Banco Mundial salienta, ainda, que os estruturalmente pobres têm uma média de qualificação bem mais baixa do que os não pobres, mas essa situação difere-se em relação aos “novos pobres”. A instituição explica que “a proporção de pessoas qualificadas no pool de ‘novos pobres’ é quase tão alta como no pool de não pobres. Isso implica que a atual crise econômica deve empurrar para a pobreza pessoas qualificadas que em outras circunstâncias permaneceriam acima da linha de pobreza” – o que se justifica por conta da queda dos salários reais e pelo aumento do desemprego, que foi de 9% para 12% entre o final de 2015 e o final de 2016, sobressai o vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor.

Uma possível saída 

Segundo a análise do Banco Mundial, umas das maneiras de evitar o aumento da pobreza extrema, seria o governo federal aumentar o orçamento do Bolsa Família neste ano para R$ 30,4 bilhões. “A profundidade e duração da atual crise econômica no Brasil cria uma oportunidade para expandir o papel do Bolsa Família, que passará de um programa redistributivo eficaz para um verdadeiro programa de rede de proteção flexível o suficiente para expandir a cobertura aos domicílios de ‘novos pobres’ gerados pela crise”, diz a instituição.

Todavia, Marcio Alaor do BMG, acentua o que o próprio Banco Mundial afirma – o ambiente desafiador de consolidação fiscal no país dificulta o acréscimo do orçamento destinado à rede de proteção social. Para esse ano, por exemplo, o orçamento previsto para o Bolsa Família é de R$ 29,8 bilhões.

O benefício

O Bolsa Família é concedido a famílias extremamente pobres – ou seja, com renda per capita mensal de até R$ 85; e pobres – com renda per capita mensal entre R$ 85,01 e R$ 170. Vale ressaltar que o recebimento mensal do benefício está condicionado à frequência escolar e ao uso de serviços de saúde materno-infantil.

O executivo do BMG, Marcio Alaor, reporta que, de acordo com informações do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDS), estavam previstas para receber o benefício em fevereiro mais de 13,6 milhões de famílias. O valor médio do recurso é de 179,62 reais, mas varia conforme o número de membros da família, a idade de cada um e a renda declarada ao Cadastro Único para Programas Sociais do governo.

FONTES

1 e 2

Indenizações a elétricas são aprovadas pela Aneel, o que prevê impacto de 7,2% nas tarifas – com Marcio Alaor

No dia 21 de fevereiro, a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou um aumento da receita das empresas transmissoras de eletricidade – com isso, a instituição estima que a alta nesse encargo deverá ter um impacto médio de 7,2% no momento dos reajustes tarifários das distribuidoras em 2017, embora outros fatores possam influenciar para cima ou para baixo nesse percentual. Quem noticia o acontecimento é o vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor.

A medida da Aneel é para quitar cerca de R$ 54,4 bilhões em indenizações devidas pela União às empresas transmissoras de eletricidade desde o final de 2012. Na época, as elétricas aceitaram renovar antecipadamente contratos de concessão em condições propostas pelo governo, informa Marcio Alaor, do BMG, e que o governo, prometeu indenizá-las por investimentos ainda não amortizados em troca de um novo contrato com forte corte de tarifas – a intenção era estimular a indústria e o consumo. Contudo, uma definição sobre o pagamento efetivo das compensações, por anos, foi sendo adiada – e um dos motivos foi, justamente, por conta do enorme impacto tarifário gerado.

A ideia é que os pagamentos para as transmissoras de eletricidade comecem a ser realizados já no mês de julho e se estendam por oito anos. Marcio Alaor, do Banco BMG, acentua que o plano inicial do governo era pagar essas compensações com um fundo do setor elétrico criado especialmente para isso – a chamada Reserva Global de Reversão (RGR). No entanto, outros usos já sugaram o que havia disponível nessa conta e levaram o governo a optar pelo repasse às tarifas. Desta forma, os recursos para isso serão arrecadados por meio do encargo cobrado nas contas de luz dos brasileiros.

O diretor da Aneel, Reive Barros, que é o responsável pelo processo sobre as compensações na reguladora, explica que “isso era para ter sido pago em 2013, e não foi pago. O fato de não ter sido pago naquela época imputou um valor para o consumidor, que não teve nenhuma gestão na decisão de pagar ou não pagar”. Ainda segundo Barros, o valor original das indenizações é de R$ 19,2 bilhões e que os outros R$ 35,2 bilhões serão pagos somente em componentes financeiros devido ao adiamento.

Entre as principais empresas de energia elétrica beneficiadas pelas indenizações estão subsidiárias da Eletrobras, a privada Cteep e as estaduais Cemig e Copel, reporta o empresário do BMG, Marcio Alaor.

As Indenizações possuem juros e correção financeira

O executivo do Banco BMG, Marcio Alaor ainda reporta que essa longa discussão sobre as indenizações não desagrada somente o consumidor, mas também os investidores, que praticamente desapareceram dos leilões para concessão de novos projetos de transmissão entre 2013 e 2016, quando o governo publicou uma portaria que prometia começar os pagamentos neste ano. Além disso, toda essa demora ajudou a piorar o problema, visto que, as indenizações contam com direito a correção financeira, como por exemplo, os famigerados juros.

FONTE

 

Indicador do SPC e CNDL mostra que a maioria dos brasileiros não costuma guardar dinheiro – Veja com Marcio Alaor do BMG

Você é o tipo de pessoa que costuma economizar dinheiro? Habitualmente, reserva uma parte do seu orçamento para a poupança? Faz isso com planejamento e regularidade? Se as suas repostas foram sim, você difere-se da maioria da população brasileira.

De acordo com o novo indicador de reserva financeira do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), em janeiro, 62% dos consumidores brasileiros afirmam não guardar dinheiro nem possuir uma reserva. O vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor, executivo que reporta os dados da pesquisa, destaca que o levantamento apontou também que 29% dos entrevistados dizem guardar apenas o que sobra do orçamento e somente 7% deles reservam um valor fixo por mês.

O presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, alerta – “A formação de uma reserva de dinheiro é um tópico fundamental para o equilíbrio das finanças pessoais, mas tende a ser negligenciada por boa parte dos consumidores. A consequência disso é que, se deparados com um acontecimento imprevisto, muitos acabam inadimplentes”.

Marcio Alaor conta que, de acordo com o indicador, nas classes A e B, 58% dos entrevistados garantem que são poupadores habituais – independentemente de o valor ser fixo ou não. Nas classes C, D e E, porém, esse percentual cai para 30%.

Roque Pellizzaro diz que o hábito de poupar dinheiro – seja para eventuais emergências ou apenas para questões de tranquilidade financeira – não é um costume para a maioria dos brasileiros. Ainda, quando o brasileiro poupa, na maioria das vezes, não algo planejado, mas apenas o que sobra do orçamento, realça Marcio Alaor, do Banco BMG.

O que seria o ideal?

Não é novidade para ninguém que economizar não é uma tarefa fácil para todos. Algumas pessoas não contam com um orçamento muito alto, o que dificulta a situação. Já outras são extravagantes em seus gastos e não costumam administrar bem o orçamento mensal, por maior que ele seja. No entanto, Marcio Alaor acentua que existe uma fórmula considerada ideal pela maioria dos estudiosos da área no quesito economizar.

O educador financeiro da Trovó Academy, Robinson Trovó, por exemplo, enfatiza que para uma pessoa enriquecer ou, ao menos garantir um futuro confortável, ela precisa gastar menos do que ganha, obviamente. Isso possibilita que ela tenha uma reserva de emergência e invista ao menos 10% de sua renda líquida todo mês em investimentos que paguem juros acima da inflação.

A proporção considerada ideal pelos especialistas, seria a seguinte:

  • 70% da renda líquida usada para despesas;
  • 20% para reserva de emergência;
  • 10% para investimentos.

O empresário Marcio Alaor reproduz um exemplo para explicar melhor a fórmula: Digamos que você ganhe R$ 5.000 líquidos – isso já considerando todos os descontos da folha de pagamentos – então, você deveria reservar R$ 500 reais para investir, R$ 1.000 para reserva de emergência e R$ 3.500 para as despesas. Desta forma, o seu planejamento financeiro estaria bem encaminhado. Então, quem sabe vale a pena tentar.

Netflix anuncia o maior crescimento de usuários desde que foi fundada – com Marcio Alaor

 A Netflix, uma provedora global de filmes e séries de televisão via streaming, anunciou no último dia 18 de janeiro, o seu maior aumento trimestral de usuários desde o lançamento dos seus serviços de streaming por assinatura, há cerca de dez anos – o que pode gerar novos recordes históricos em relação a sua ação na bolsa de Nova York, que já subia mais de 8%. Quem reporta a notícia é o vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor.

De acordo com a empresa, o número de usuários chegou a 93,8 milhões no fim de dezembro – isso significa um aumento de 7,05 milhões em apenas três meses, salienta Marcio Alaor. Vale ressaltar que a previsão de aumento da Netflix para esse período, comunicada em outubro de 2016, era de apenas 5,2 milhões. Em sua carta trimestral, destinada aos acionistas, a diretoria da empresa disse que “foi o maior trimestre em termos de contagem líquida da história, pelo aumento de assinantes tanto nos Estados Unidos como no exterior”.

Especificamente, Marcio Alaor do BMG aponta que foi um aumento de 1,93 milhão de usuários nos Estados Unidos e 5,12 milhões no exterior – neste último, a empresa atualmente, está intensificando os esforços, já que é nele que se encontram 47% de seus clientes. Para o primeiro trimestre de 2017, a companhia está otimista e, novamente, diz esperar aumentar sua audiência em 5,2 milhões de usuários – a ideia, contudo, é que, destes, 3,7 milhões venham do exterior.

A Netflix

Fundada em 29 de agosto de 1997, nos Estados Unidos, a Netflix é, atualmente, o principal serviço de TV por Internet do mundo. São mais de 93 milhões de assinantes distribuídos por cerca de 190 países.

Os clientes da empresa, desde que possuam uma tela com conexão a internet, têm à disposição mais de 125 milhões de horas de filmes, séries e documentários por mês. Marcio Alaor do BMG, reporta ainda que a companhia investiu e levou até os seus assinantes o conceito de praticidade – quem paga pelo serviço pode assistir a quantos filmes e séries desejar, em qualquer local e hora, e ainda têm a opção de pausar e voltar o programa e assistir a um título sem comerciais.

Foi em 19 de julho de 2010, que a Netflix anunciou que faria a primeira expansão no mercado internacional da empresa, e lançaria seu serviço de streaming para o Canadá. Foi por apenas US$ 7,99 ao mês que, em 22 de setembro de 2010, a Netflix tornou-se disponível no país, noticia o executivo o Banco BMG, Marcio Alaor .  No Brasil, ela iniciou as atividades em cinco de setembro de 2011.

Pequenas e microempresas terão 8,2 bilhões de reais em crédito para os próximos dois anos – com Marcio Alaor

No último dia 18 de janeiro, o governo federal anunciou a liberação de 8,2 bilhões de reais em financiamentos para pequenas e microempresas. O Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serão as duas instituições que terão o dinheiro disponível para os empréstimos nos próximos dois anos, a partir do mês de março, reporta o vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor.

Além disso, na lista do programa chamado de “Empreender Mais Simples: Menos Burocracia, Mais Crédito”, está um investimento de 200 milhões de reais na melhoria de dez sistemas informatizados para auxiliar na desburocratização e gestão de empresas. De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que é uma das instituições responsáveis pelo programa, os primeiros módulos devem ser lançados já em fevereiro deste ano.

Além do governo federal, as duas medidas são promovidas pelo Sebrae e Banco do Brasil, informa Marcio Alaor do BMG. A ideia é reduzir a burocracia que, atualmente, precisa ser enfrentada pelos empreendedores e orientá-los para que eles consigam buscar as verbas que irão ajuda-los a expandir o negócio.

Sete, dos 8,2 bilhões de reais disponibilizados, sairão do Banco Nacional. Para esta modalidade, o prazo de pagamento das pequenas e microempresas será de até 60 meses, a carência de até 12 meses e os encargos totais serão a partir de 1,63% ao mês. O restante do dinheiro, ou seja, o 1,2 bilhão que falta, sairá de uma linha de empréstimo do Banco do Brasil, que conta com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), conforme reporta o executivo do BMG, Marcio Alaor.

Quem tirar empréstimo por meio dessa segunda modalidade poderá realizar o financiamento com contratação simplificada. O prazo para o pagamento será de até 48 meses, haverá isenção do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), as taxas de juros serão a partir de 1,56% ao mês, e a carência para a quitação da primeira parcela do valor principal de até 12 meses.

Contudo, é preciso estar atento ao fato de que a o empreendedor precisará garantir, até um ano após a contratação do crédito, os empregos gerados e a renda, alerta o executivo Marcio Alaor. Além disso, caso o empreendimento tenha mais de dez empregados, o dono deverá contratar um jovem aprendiz em, no máximo, seis meses depois de efetuado o empréstimo.

Campinas, Cuiabá, Curitiba, Manaus, Mossoró, Natal, Ribeirão Preto, Sinop e Vitória são as primeiras nove cidades que terão, já em fevereiro, agentes especializados do Sebrae para prestar consultorias às empresas que desejarem aderir aos empréstimos. Em seguida, a partir do mês de março, a expectativa é de que o convênio esteja com cerca de 500 agentes espalhados por todo o país, sobressai Marcio Alaor, do Banco BMG.

 

Lista de sistemas que, segundo o Sebrae, serão modernizados:

  • Implantação do sistema Redesimples;
  • Documentos fiscais eletrônicos das micro e pequenas empresas;
  • E-Social;
  • Processo de restituição automatizada do Simples Nacional;
  • Pedido eletrônico de isenção de IPI e IOF;
  • Pedido simplificado de restituição e compensação;
  • Repositório nacional de dados do Simples Nacional;
  • Aprimoramento do Portal do Empreendedor e Conta Corrente (fiscal) do MEI;
  • Sistema de pagamento do Simples Nacional por modalidades eletrônicas;
  • Sistema de parcelamento do Simples Nacional.

Marcio Alaor reporta as mudanças nas regras de encargos para os pequenos empresários

Em nosso país, já se tornou do senso comum o fato que a alta carga de impostos dificulta a vida do empresário. Mas parece haver uma chance de reduzi-los, ao menos é o que reporta o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor, sobre as mudanças nas regras, recentemente aprovadas pelo governo, que são impostas aos empreendedores e pequenas empresas para que estes possam participar do Simples Nacional, também conhecido como Supersimples. Para quem não sabe, esse regime tributário unifica vários impostos em um único boleto, com o fim de assim não só facilitar o funcionamento dos pequenos negócios, mas também, para a maioria das empresas, levar a uma redução do valor pago em impostos.

Apesar do atrativo que representa, esse privilégio não será para todo e qualquer empresário, lembra Marcio Alaor, posto que a sua concepção é a de justamente favorecer apenas os negócios de pequeno porte. Desse modo, não é nada inesperado que estabeleçam um limite máximo de faturamento anual, o qual cria a divisão entre os que não poderão receber o privilégio e os que terão direito a ele, e que, portanto, estão abaixo deste limite em faturamento anual.

Assim, Marcio Alaor, executivo do Banco BMG, noticia não só os novos valores de limite máximo de faturamento anual, mas também o fato que foi lembrado por Sebastião Luiz Gonçalves dos Santos, que exerce a função de conselheiro no Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo (CRC-SP), , de que já se tinha uma década de congelamento nesses valores, ou seja, 10 anos sem que houvesse algum reajuste nos mesmos. Além disso, ele também completou dizendo que a expectativa da categoria era de que o “teto”, ou seja, o limite máximo pudesse chegar a R$ 7,2 milhões de faturamento anual. Mas, falando então dos valores atualizados, ficou da seguinte forma: para ficar na categoria de MEI (Microempreendedor individual), o limite de faturamento anual que era antes de R$ 60 mil, passou então para R$ 81 mil; já no caso das microempresas, o limite anterior de R$ 360 mil foi aumentado para R$ 900 mil; e, por fim, para as pequenas empresas, o faturamento anual limite deixou de ficar em R$ 3,6 milhões, para então passar a ser de R$ 4,8 milhões. Dito isso, vê-se que as expectativas já citadas não foram nem de longe concretizadas.

Todavia, os mais empolgados com a novidade terão ainda de esperar, pois como lembra Marcio Alaor, as mudanças nos valores de limite de faturamento só valerão a partir de janeiro do ano que vem (2018), ou seja, demorarão um ano inteiro para começarem a valer. E essa mesma demora que, para Jorge Zaninetti, não se justifica juridicamente. O referido advogado tributarista, buscando uma explicação razoável, diz crer que a Receita fez um estudo para então optar por transferir a tal mudança para só daqui a um ano.

Mas, além das referidas mudanças, Marcio Alaor lembra ainda existirem outras que também valem a pena serem citadas. A primeira é que o prazo de parcelamento para o acerto das dívidas das empresas com o pagamento de impostos, que antes era de 60 meses (total de 5 anos), passará, desde não seja a parcela inferior a R$ 300, para 120 meses (total de 10 anos), e valendo para dívidas até o mês de maio deste mesmo ano. A segunda, porém não menos importante, trata do chamado “investidor-anjo” das chamadas start-ups, que passará, com essas mudanças na lei, a não precisar mais ter de se tornar sócio da empresa recebedora dos recursos por ele investidos, possibilitando-lhe também maior segurança jurídica.

 

fonte

Marcio Alaor do BMG noticia as 10 áreas com mais oportunidades de emprego em 2017

Começar o ano com emprego novo. Essa é a expectativa de milhões de trabalhadores espalhados pelo Brasil que se encontram fora do mercado de trabalho. As altas taxas de desemprego, oriundas da crise instaurada no país, chegaram a incríveis 11,9% de nossa população economicamente ativa no último trimestre de 2016 segundo pesquisa do IBGE, evidenciando que está cada vez mais difícil prover o sustento das famílias em nossa nação. Contudo, apesar de vivermos um período de recessão econômica, empresas de diversos setores ainda continuam a oferecer possibilidades de contratação, noticia Marcio Alaor, executivo do Banco BMG.

Uma excelente estratégia de viabilizar recolocação profissional é através de sites especializados na internet. Ao efetuar o cadastro em um deles você poderá visualizar como mais facilidade oportunidades de vagas de acordo com seu perfil profissional, perspectiva salarial ou localização, além de expor seu currículo para um número muito maior de possíveis interessados em contratações, reporta Marcio Alaor do BMG.

Para se ter uma ideia de como a internet pode auxiliar a busca do trabalhador, apenas nos dez primeiros dias de 2017, foram mais de 23,8 mil anúncios de empregos, por todo brasil, divulgados on-line, segundo levantamento do site especializado Adzuma. Essa mesma pesquisa ranqueou as dez áreas que oferecem mais oportunidades de contratação e também revelou informações sobre a média salarial e sua distribuição pelo país, noticia o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor.

Confira a pesquisa:

1. Vendas
Número de vagas 6.087
Média salarial R$ 2.004,44

2. Administrativo/Operacional
Número de vagas 5.288
Média salarial R$ 1.234,49

3. Tecnologia da Informação (TI)
Número de vagas 1.820
Média salarial R$ 2.004,44

4. Manutenção
Número de vagas 1.800
Média salarial R$ 1.690,52

5. Saúde
Número de vagas 1.776
Média salarial R$ 2.349,47

6. Atendimento ao cliente
Número de vagas 1.776
Média salarial R$ 2.349,47

7. Contabilidade e Finanças
Número de vagas 1.665
Média salarial R$ 1.802,62

8. Hospitalidade e Restaurantes
Número de vagas 1.499
Média salarial R$ 1.451

9. Logística
Número de vagas 1.197
Média salarial R$ 1.410,39

10. Engenharia
Número de vagas 1.092
Média salarial R$ 2.622,53

Ainda de acordo com a pesquisa, 64% das oportunidades (15.144) estão localizadas na região sudeste; a região sul vem em segundo lugar e concentra 18,5% das vagas (4.187) e, por fim, a região nordeste apresenta 8,5% das vagas (2.019), conforme reporta o executivo do BMG, Marcio Alaor.

As oportunidades estão atreladas ao cenário econômico nacional e caso o país retome o caminho do crescimento novas possibilidades devem surgir. Segundo o diretor executivo da consultoria Michael Page, Roberto Picino, em 2016 as empresas efetuaram os cortes necessários em busca de maximizar a rentabilidade. Dessa forma há a possibilidade de contratarem mais em 2017 visto que os ajustes já foram promovidos no ano anterior.

Especialistas alertam, no entanto, que o profissional deve manter-se atualizado com as tendências e estar em constante processo de renovação para assim a potencializar suas oportunidades. De acordo com Ricardo Basaglia, também diretor executivo da Michael Page, as empresas estão em busca de diferenciais e não de profissionais medianos, que não agreguem e nem estejam aptos a sugerir e entender mudanças, noticia Marcio Alaor do Banco BMG.

 

Fontes:

Exame

G1

Época Negócios