Dicas para economizar em tempos de crise, por Marcio Alaor

O brasileiro anda sofrendo bastante os efeitos da crise econômica instaurada no país. Nos últimos tempos, com a alta nos preços de alimentos e serviços, manter as contas domésticas em equilíbrio transformou-se num grande desafio para a maioria das famílias de nossa nação. Poupar, cortar e economizar tem sido palavras recorrentes no cotidiano das pessoas. Diante deste cenário pouco animador, tornou-se imprescindível que o brasileiro adote estratégias que visem uma melhor organização da sua vida financeira. Nesse sentido, especialistas em finanças oferecem algumas sugestões que facilitam o processo, reporta Marcio Alaor, executivo do banco BMG.

Saiba para onde vai o seu dinheiro. Anote todos os gastos, classificando-os por categoria. Pode ser feito no computador, em aplicativos para celular ou mesmo no tradicional caderninho. O importante é não deixar passar nada. Desta forma você saberá onde gastou cada centavo de sua renda e se ela foi realmente bem utilizada, noticia Marcio Alaor.

Corte os gastos desnecessários. Após a análise de todas as suas despesas não é difícil identificar gastos que poderiam ser reduzidos ou eliminados como, por exemplo, aquelas diversas saídas para almoçar fora ou a assinatura da TV a cabo (que você quase não assiste pois fica a maior parte do tempo na rua). Marcio Alaor também recorda que deve ser criada a consciência de evitar despesas por pura vaidade: comprar aquele celular de última geração e que cumpre exatamente as mesmas funções do seu atual não é interessante.

Não deixe para poupar no fim do mês. Reserve um percentual do seu salário para poupança ou investimento do seu interesse assim que você recebê-lo. O simples fato de deixar para guardar o que supostamente irá sobrar no final do mês implica em grandes possibilidades de você não ter nada para guardar, cita o empresário do banco BMG.

Pechinche sempre que possível. Peça ou solicite descontos sempre que existir a possibilidade. Não é vergonha alguma receber um abatimento no preço daquele item que ou serviço que irá adquirir. Afinal de contas, se você irá pagar, porque não pagar um preço menor?

Use o cartão de crédito com moderação. Apesar de tentador deve-se ter muito cuidado com o uso desenfreado do cartão de crédito, pois, afinal de contas, ele nos traz a sensação de que possuímos um poder de compra maior do que realmente temos, lembra Marcio Alaor. Muitas pessoas o utilizam de forma indisciplinada e parecem esquecer que ao fim do mês a conta chegará em casa. E nesse ponto reside o problema: os juros decorrentes de dívidas por cartão de crédito estão entre os maiores do mercado, o que muitas vezes impossibilita o usuário de quitar suas dívidas. Dê preferência a comprar à vista sempre.

Segundo os especialistas, os conselhos mencionados acima necessitam de esforço e disciplina por parte de quem pretende economizar. Certamente alguns hábitos podem ser difíceis de mudar e imprevistos poderão acontecer. Contudo, a garantia de equilíbrio financeiro e a consequente melhoria na qualidade de vida da família compensarão todo empenho utilizado na jornada, reporta Marcio Alaor.

Marcio Alaor reporta o impacto econômico que o fumo pode causar no mundo, segundo a OMS

Que o tabagismo é um hábito nada saudável, praticamente todo mundo já sabe, porém, o que poucos têm conhecimento é do quanto ele tem custado à economia mundial. Para se ter uma ideia disso, o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor, reporta que a Organização Mundial da Saúde (OMS), junto com o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos da América (NCI), elaboraram um relatório tratando dos impactos do tabagismo tanto na economia dos países, quanto na saúde das populações. Assim, concluiu-se que o costumeiro hábito do fumo pode custar aos países um montante superior a 1 trilhão de dólares anuais. Sim, uma quantia impressionante, equivalente ao Produto Interno Bruto (PIB) de alguns país, inclusive.

Após entendidos os resultados obtidos, fica evidente, não só para Marcio Alaor, mas também para toda a grande mídia, economistas e profissionais de saúde, que é ao se ignorar os impactos da produção em larga escala do tabaco, que por consequência têm enormes prejuízos não só o sistema de saúde do país, mas principalmente as famílias afetadas por esse vício. Afinal, ainda nos dias de hoje, morrem, todo ano, cerca de seis milhões de pessoas, de forma prematura, devido ao fumo. E o mais preocupante disso é haver dentre os fumantes, no mundo, 1,1 bilhão menores de 16 anos de idade, além de 226 milhões em situação de pobreza.

Mas há também uma perspectiva otimista, concluída pelo relatório, como lembra Marcio Alaor, do Banco BMG, que é o fato de serem os investimentos nas políticas de controle de uso do tabaco, a exemplo do aumento dos preços e impostos, capazes de proteger as pessoas dessas doenças que o fumo ocasiona, e que são as que mais matam no mundo, mais precisamente o câncer e os problemas cardíacos. Sem contar que, para os governos, também seria uma fonte de receitas, não só para obviamente a saúde, mas também para o desenvolvimento.

E se há esse tipo de possibilidade, é preciso adotar os procedimentos necessários para que todas as nações consigam atingir essas benesses, principalmente a nossa. Portanto, como recorda Marcio Alaor, o estudo também conclui que o banimento, por parte dos respectivos governos dos países, do marketing de incentivo ao uso do tabaco, somado ao aumento dos impostos de cigarros para oitenta centavos de dólar por pacote (trata-se de um relatório americano, por isso a moeda estrangeira), traria a possibilidade real de um aumento em suas receitas de até 47%, ou de 140 bilhões nessa mesma moeda.

Marcio Alaor cita ainda a conclusão lógica do relatório de que, com esse referido aumento das taxas por cada cartela de cigarro, e sendo no valor exato estipulado, o preço de venda do cigarro subiria em 42%, assim inevitavelmente estimulando um declínio desse hábito entre a população dos países que por ventura adotarem tal medida. Sim, é factual de que um alto preço termina por desestimular a manutenção do vício. E ele termina ainda reportando ser conclusivo que haverá uma queda de pelo menos 66 milhões de fumantes adultos.

 

Qualidade e benefício em seu trabalho, por Marcio Alaor do BMG

Em 2012, uma pesquisa revelou dados interessantes a respeito da produtividade no trabalho, onde os funcionários de uma empresa fizeram uma lista de benefícios que gostariam de receber da empresa onde trabalham, recorda Marcio Alaor, executivo do Banco BMG, grande instituição financeira. Existe uma diferença entre o que pode ser feito para seus funcionários que torna seu custo-benefício atraente e o que torna-se inviável e oneroso. É possível ser flexível quanto ao horário de trabalho, por exemplo, desde que o serviço seja realizado eficientemente. Por outro lado, promover um funcionário baseando-se apenas em seu tempo na empresa, sem que ele esteja apto ao cargo pode ser um risco, explica Marcio Alaor, referindo-se à pesquisa.

Analisando os dados dessa pesquisa, o primeiro item é “trabalhar com mais qualidade e ganhar mais”. Como isso é possível? Marcio Alaor mostra que os dados sugerem que uma reorganização no espaço e tempo de trabalho é favorável. Desse modo o empenho é focado em executar, tarefas simples e complexas, de forma rápida e eficiente. Com isso, o tempo exigido em cada função diminui e tem-se tempo para engajar-se em novas incumbências. Seguindo essa premissa nota-se um aumento, não só da produtividade, mas um aumento do número de serviços concluídos com êxito. Assim, os ganhos aumentam consideravelmente, reporta Marcio Alaor, recordando os princípios do Banco BMG.

Ainda segundo a pesquisa, os funcionários querem um ambiente de trabalho onde sentem prazer em trabalhar. Personalizar seu espaço, de modo a deixá-lo mais familiar e agradável, elevam sua atenção e determinação no cumprimento das suas funções ao longo do dia. Dessa forma, preocupações e estresse diminuem diante da sensação de que você é o senhor daquele espaço e que o prazer de uma tarefa bem finalizada dependem muito do ambiente ao seu redor.

Outro fator que faz a diferença na obtenção do melhor resultado na empresa: liderança. Um líder eficiente vem com a experiência que obteve ao longo do trabalho e da realização bem sucedida das tarefas propostas pela empresa. Capacitar líderes entre os colaboradores incentiva resultados melhores e mostra que é possível atingir patamares mais altos e, com isso, obter sucesso, maximizando lucro para si mesmo, os seus e a empresa que representa, assim como ocorre no Banco BMG, por exemplo.

O que mais pode ser citado na pesquisa para que haja melhoria no ambiente de trabalho e a cordialidade e compromisso entre funcionários e diretores,conforto no seu espaço de trabalho e reconhecimento da dedicação ao emprego também evidenciam que as pessoas trabalham mais e melhor onde possam se sentir úteis e reconhecidas. O importante, reitera Marcio Alaor,do Banco BMG, segunda a pesquisa realizada, é que haja um acordo mútuo entre empresa e colaborador, para que ambos possam usufruir da capacidade máxima um do outro. No ambiente propício, as pessoas tendem a dar o melhor de sim. Isso é fato. Elas precisam ser incentivadas e direcionadas para obterem o melhor resultado em suas tarefas diárias. Por que não se fazer valer disso e lucrar? Conclui, Marcio Alaor, do Banco BMG.

Fonte: Exame

São registradas mais notícias compartilhadas no Facebook, reporta Marcio Alaor

O surgimento constante de novas mídias sociais faz com que algumas dessas plataformas, principalmente aquelas que já estão há muito tempo no mercado, acabem perdendo espaço ou, mesmo que continuem sendo muito utilizadas, tenham mudanças na forma como os usuários fazem seu uso e na preferência que dão as suas funcionalidades. Dessa maneira, o empresário brasileiro Marcio Alaor, executivo do Banco BMG, reporta a seguir alguns detalhes que mostram que o Facebook, que é a rede social mais usado em todo o mundo, está perdendo espaço quando o assunto são as postagens de conteúdos pessoais e passando a ter um volume maior de compartilhamentos de notícias.

Marcio Alaor começa noticiando que, de acordo com pessoas que têm conhecimentos amplos sobre redes sociais e a maneira como elas lucram, o Facebook tem se esforçado nos últimos tempos, através da criação de novos recursos, para evitar a diminuição das postagens pessoais e de conteúdos originais, que são aqueles criados diretamente pelos usuários da rede. Isso porque esses materiais, que são os que produzem mais rendimentos para a empresa, estão sendo postados em um volume cada vez menor na rede social, cita o empresário do Banco BMG.

Segundo o próprio Facebook, a quantidade de postagens em geral continua muito grande. O problema é que as pessoas têm apresentado certa resistência em postarem conteúdos originais e fatos relacionados às suas vidas pessoais. Marcio Alaor ressalta que, de acordo com pessoas que conhecem bem o assunto, isso acontece porque a maioria das pessoas tem muitos amigos na rede social, o que cria certo receio no momento de fazer postagens que incluam alguma coisa relacionada à vida pessoal.

O executivo do Banco BMG noticia que, como o Facebook já tem mais de uma década no mercado, muitos de seus mais de 1,6 bilhões de usuários, adicionaram um grande número de pessoas como amigos, inclusive aquelas que são apenas conhecidas e até mesmo alguns desconhecidos. Destarte, por não quererem compartilhar detalhes pessoais com muitas outras pessoas, os usuários se sentem mais à vontade para postarem notícias e informações de outros sites. De acordo com informações, essa queda nas postagens de conteúdos originais é tratada pelos colaboradores da rede social que desenvolvem recursos contra isso como “colapso de contexto”.

Marcio Alaor reporta que, segundo o site de notícias sobre tecnologia The Information, o compartilhamento de conteúdos pessoais teve uma queda de 21% nos últimos anos. Isso aconteceu porque esse tipo de material passou a ser postado em outras redes sociais e serviços de mensagens, como o Snapchat e o Instagram, que pertence a mesma organização dona do Facebook. Contudo, segundo a própria empresa, a quantidade geral de postagens no Facebook em todo o mundo tem mantido os mesmos níveis ano a ano.
O empresário do Banco BMG destaca que, de acordo com pessoas conhecedoras do assunto, Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, tem ressaltado nas reuniões da empresa que é necessário inspirar os usuários da rede social a compartilharem conteúdos pessoais. Marcio Alaor noticia que, para conseguir isso, a maior rede social do mundo tem criado recursos que fazem os usuários relembrarem postagens de anos anteriores, alertam sobre datas especiais e incentivam o compartilhamento de fotos e conteúdos através dos celulares. Nesse sentido, uma das mais recentes inovações apresentadas foi a possibilidade de fazer postagens de vídeos ao vivo, finaliza o empresário do Banco BMG.

Fonte: Exame

Marcio Alaor reporta sobre como o desperdício contribui para as mudanças climáticas

Em uma conferência realizada no início do mês de abril, cientistas declararam que uma possível redução na quantidade de alimentos desperdiçados em todo o mundo seria capaz de reduzir a emissão de gases poluentes, causadores do efeito estufa, o que, consequentemente, também diminuiria os impactos que tem ocorrido no clima em várias partes do planeta, informa o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor.

Segundo uma nova pesquisa realizada pelo Instituto Potsdam de Pesquisa de Impacto Climático, cerca de 14% das emissões de gases poluentes que serão geradas pelo setor da agricultura até o ano de 2050 iriam ser evitadas caso houvesse uma administração mais junta dos alimentos, ao ponto de não haver mais o desperdício que existe atualmente.

Um dos condutores do estudo, Prajal Pradhan, declarou que no cenário atual é possível identificar a agricultura como um dos principais indutores das mudanças climáticas pois, tendo como exemplo o ano de 2010, mais de 20% das emissões globais de gases que causam o efeito estufa foram emitidos pela agricultura, noticia o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor. Com um controle maior sobre os alimentos e o fim do desperdício, ocorreria uma redução nos gases emitidos em âmbito global, o que também retardaria as mudanças climáticas que vivenciamos hoje.

De acordo com as estatísticas, reporta Marcio Alaor, executivo do Banco BMG, cerca de 30 a 40% do total de alimentos produzidos no planeta são desperdiçados. Uma parte dessa comida acaba estragando enquanto está sendo transportada e nunca chega sequer aos supermercados e demais pontos de venda. A outra parte, não é vendida pelos comerciantes e também sendo jogada no lixo, sem jamais ser consumida.

No momento, a grande preocupação dos especialistas é de que essa parcela de alimentos que são desperdiçados anualmente possa aumentar ainda mais, caso países com grandes populações como a Índia e a China adotem determinados hábitos alimentares típicos do Ocidente, como consumir muita carne vermelha. No Ocidente, o consumo de alimentos ocorre de forma exacerbada e além das pessoas comprarem mais comida do que o saudável, muitas vezes esse excesso de comida acaba indo para o lixo.

Um outro estudo realizado paralelamente pela revista científica Environmental Science & Technology declarou que, conforme países pobres vão se desenvolvendo e a população mundial aumenta, as emissões de gases poluentes oriundos da agricultura podem aumentar de 0,5 gigatonelada de dióxido de carbono ao ano para cerca de 2,0 gigatonelas por ano em 2050, informa Marcio Alaor, executivo do Banco BMG.

Além de vantajosa para o controle do efeito estufa e das mudanças climáticas, uma possível redução do desperdício através de uma melhor distribuição dos alimentos também contribuiria para combater à fome em várias partes do mundo.

Essa análise fez com que os pesquisadores chegassem a conclusão de que apesar da necessidade média de consumo alimentar permanecer essencialmente a mesma durante as últimas décadas, a quantidade de alimentos disponíveis para o consumo aumentou muito, o que foi determinante para o aumento do desperdício, noticia o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor.

Fonte: Exame

Março foi o mês mais quente desde 1880, conta Marcio Alaor

Segundo um relatório divulgado pela Agência Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, cuja sigla em inglês é NOAA, o mês de março de 2016 foi o mês mais quente dos últimos 137 anos, um recorde que vem sendo quebrado a cada mês, durante os últimos onze meses, informa o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor.

A agência, que realiza essa avaliação desde o ano de 1880, registrou que esse último mês de março teve as temperaturas mais altas já vistas. Em termos numéricos, a temperatura do planeta foi aproximadamente 1,22ºC mais quente do que a temperatura média para um mês de março durante o século XX, que era de 12,7ºC.

Ao final do ano de 2015, a NOAA constatou que esse havia sido o ano mais quente desde que a avaliação começou a ser feita. Antes disso, 2014 já havia batido o recorde das maiores temperaturas já registradas. Essa sequência de recordes de temperaturas elevadas é uma das maiores preocupações dos cientistas, pois demonstra que o aquecimento global permanece acontecendo em ritmo acelerado, apesar da iniciativa internacional em combater o problema, noticia Marcio Alaor, executivo do Banco BMG.

Entre as partes do planeta que apresentaram temperaturas elevadas em comparação com a média para o mês de março, o leste do Brasil, o sudeste da Ásia e algumas regiões da Austrália foram os grandes destaques. Em contrapartida, também tiveram partes do globo com temperaturas abaixo da média, como o Reino Unido e a França. Todavia, isso não pode ser interpretado como algo positivo pois só ajuda a colaborar com a tese de que o clima do planeta está cada vez mais imprevisível e desequilibrado.

Com o aquecimento global, uma das principais consequências é o degelo das calotas polares. Nesse caso, as regiões mais afetadas do globo são o Ártico, a Groenlândia, a Antártida, a várias cordilheiras. Até o momento, cerca de 15% das calotas do Ártico já se perderam, enquanto na Antártida a perda já acumula mais de 3 mil quilômetros quadrados de extensão. Com esse derretimento das calotas polares, noticia Marcio Alaor, do Banco BMG, a causa imediata é o aumento no nível dos oceanos em até 7 metros, o que pode causar danos ambientais imensuráveis e incalculáveis.

Com essa elevação no nível dos oceanos, a população que reside no litoral será obrigada a migrar para outras localidades, o que acarretará ainda em danos econômicos e sociais, ressalta o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor. Além disso, as espécies marinhas também são afetadas com o degelo, pois o mesmo altera a temperatura dos oceanos e, consequentemente, o ciclo de vida de vários animais.

Paralelamente ao degelo, o aquecimento global também causa um fenômeno denominado de desertificação, o qual altera o fluxo das chuvas, intensifica a duração das secas em alguns locais e assim, contribui para o aumento da escassez de água, e para o surgimento de fenômenos naturais como tempestades, furacões e inundações, informa Marcio Alaor, do Banco BMG. Sendo assim, é essencial adotar medidas que amenizem esse processo de alteração climática e retarde os seus efeitos arrasadores.

Fonte: G1

Marcio Alaor reporta dados do IBGE sobre a inflação em fevereiro

A inflação vem preocupando muito os brasileiros nos últimos meses e sendo uma das principais causas da crise econômica atravessada pelo país. Por isso, Marcio Alaor, executivo do Banco BMG, noticia abaixo alguns dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre a inflação no mês de fevereiro.

O empresário começa reportando que, segundo o instituto, os números do mês em questão foram melhores do que os de seus antecessores. Embora nos últimos 12 meses o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) tenha acumulado uma alta de mais de 10% e 2,18% apenas em 2016, o índice recuou em fevereiro graças aos preços dos alimentos, que subiram menos do que em outros meses. Enquanto em janeiro o IPCA subiu 1,27%, no mês seguinte esse número ficou em apenas 0,9%.

Marcio Alaor noticia que, de acordo com os números divulgados, as despesas com educação e alimentos tiveram grande influência no índice. Com o início das aulas, em fevereiro aumentou em quase 5,6% a elevação dos gastos relacionados à educação quando comparados com o mês anterior. Já os preços dos alimentos, que são os maiores influenciadores do índice, comenta o executivo do Banco BMG, avançaram pouco mais de 1%, sendo que em janeiro este número tinha sido mais que o dobro. Outros fatores também contribuíram para essa diminuição, destaca Marcio Alaor. O preço dos transportes, por exemplo, teve uma redução na variação de mais de 1%, principalmente graças às passagens aéreas, que diminuíram mais de 15%, especialmente pela retração da demanda. Contudo, noticia o empresário do Banco BMG, os números relativos aos transportes não foram ainda melhores devido a aumentos nos preços dos ônibus urbanos e intermunicipais, do etanol, que subiu 4,22%, e da gasolina, que teve elevação de 0,55%.

Referente aos alimentos, Marcio Alaor reporta que, aliada à diminuição do consumo, a safra também teve grande influência na queda. Isso porque a oferta de alimentos como cebola, tomate e batata passou a ser maior em fevereiro com o inicio da safra. Isso fez com que os preços não tivessem uma grande elevação.

Outro fator que o executivo do Banco BMG ressalta nos números apresentados é a retração dos gastos com habitação, que, em relação ao IPCA, passaram de 0,81% em janeiro, para -0,15% em fevereiro. Isso, lembra Marcio Alaor, aconteceu principalmente pela redução dos gastos com energia elétrica, que recuaram 2,16%. Essa queda ocorreu devido à diminuição de 33,3% no valor da bandeira tarifária vermelha, que era de R$ 4,50 e passou a ser R$ 3,00.

Marcio Alaor também noticia que o IBGE divulgou que o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) ficou em 0,95% em fevereiro, enquanto no mês anterior tinha avançado 1,51%. Todavia, o empresário do Banco BMG reporta que o mercado sinaliza que, ao final de 2016, o IPCA deve estar em 7,59%, sendo que a meta prevista era de que esse número não ultrapassasse o teto de 6,5%, o que já seria ruim, pois a expectativa central para o ano era de 4,5%.

Fonte: G1