Netflix anuncia o maior crescimento de usuários desde que foi fundada – com Marcio Alaor

 A Netflix, uma provedora global de filmes e séries de televisão via streaming, anunciou no último dia 18 de janeiro, o seu maior aumento trimestral de usuários desde o lançamento dos seus serviços de streaming por assinatura, há cerca de dez anos – o que pode gerar novos recordes históricos em relação a sua ação na bolsa de Nova York, que já subia mais de 8%. Quem reporta a notícia é o vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor.

De acordo com a empresa, o número de usuários chegou a 93,8 milhões no fim de dezembro – isso significa um aumento de 7,05 milhões em apenas três meses, salienta Marcio Alaor. Vale ressaltar que a previsão de aumento da Netflix para esse período, comunicada em outubro de 2016, era de apenas 5,2 milhões. Em sua carta trimestral, destinada aos acionistas, a diretoria da empresa disse que “foi o maior trimestre em termos de contagem líquida da história, pelo aumento de assinantes tanto nos Estados Unidos como no exterior”.

Especificamente, Marcio Alaor do BMG aponta que foi um aumento de 1,93 milhão de usuários nos Estados Unidos e 5,12 milhões no exterior – neste último, a empresa atualmente, está intensificando os esforços, já que é nele que se encontram 47% de seus clientes. Para o primeiro trimestre de 2017, a companhia está otimista e, novamente, diz esperar aumentar sua audiência em 5,2 milhões de usuários – a ideia, contudo, é que, destes, 3,7 milhões venham do exterior.

A Netflix

Fundada em 29 de agosto de 1997, nos Estados Unidos, a Netflix é, atualmente, o principal serviço de TV por Internet do mundo. São mais de 93 milhões de assinantes distribuídos por cerca de 190 países.

Os clientes da empresa, desde que possuam uma tela com conexão a internet, têm à disposição mais de 125 milhões de horas de filmes, séries e documentários por mês. Marcio Alaor do BMG, reporta ainda que a companhia investiu e levou até os seus assinantes o conceito de praticidade – quem paga pelo serviço pode assistir a quantos filmes e séries desejar, em qualquer local e hora, e ainda têm a opção de pausar e voltar o programa e assistir a um título sem comerciais.

Foi em 19 de julho de 2010, que a Netflix anunciou que faria a primeira expansão no mercado internacional da empresa, e lançaria seu serviço de streaming para o Canadá. Foi por apenas US$ 7,99 ao mês que, em 22 de setembro de 2010, a Netflix tornou-se disponível no país, noticia o executivo o Banco BMG, Marcio Alaor .  No Brasil, ela iniciou as atividades em cinco de setembro de 2011.

Pequenas e microempresas terão 8,2 bilhões de reais em crédito para os próximos dois anos – com Marcio Alaor

No último dia 18 de janeiro, o governo federal anunciou a liberação de 8,2 bilhões de reais em financiamentos para pequenas e microempresas. O Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serão as duas instituições que terão o dinheiro disponível para os empréstimos nos próximos dois anos, a partir do mês de março, reporta o vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor.

Além disso, na lista do programa chamado de “Empreender Mais Simples: Menos Burocracia, Mais Crédito”, está um investimento de 200 milhões de reais na melhoria de dez sistemas informatizados para auxiliar na desburocratização e gestão de empresas. De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que é uma das instituições responsáveis pelo programa, os primeiros módulos devem ser lançados já em fevereiro deste ano.

Além do governo federal, as duas medidas são promovidas pelo Sebrae e Banco do Brasil, informa Marcio Alaor do BMG. A ideia é reduzir a burocracia que, atualmente, precisa ser enfrentada pelos empreendedores e orientá-los para que eles consigam buscar as verbas que irão ajuda-los a expandir o negócio.

Sete, dos 8,2 bilhões de reais disponibilizados, sairão do Banco Nacional. Para esta modalidade, o prazo de pagamento das pequenas e microempresas será de até 60 meses, a carência de até 12 meses e os encargos totais serão a partir de 1,63% ao mês. O restante do dinheiro, ou seja, o 1,2 bilhão que falta, sairá de uma linha de empréstimo do Banco do Brasil, que conta com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), conforme reporta o executivo do BMG, Marcio Alaor.

Quem tirar empréstimo por meio dessa segunda modalidade poderá realizar o financiamento com contratação simplificada. O prazo para o pagamento será de até 48 meses, haverá isenção do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), as taxas de juros serão a partir de 1,56% ao mês, e a carência para a quitação da primeira parcela do valor principal de até 12 meses.

Contudo, é preciso estar atento ao fato de que a o empreendedor precisará garantir, até um ano após a contratação do crédito, os empregos gerados e a renda, alerta o executivo Marcio Alaor. Além disso, caso o empreendimento tenha mais de dez empregados, o dono deverá contratar um jovem aprendiz em, no máximo, seis meses depois de efetuado o empréstimo.

Campinas, Cuiabá, Curitiba, Manaus, Mossoró, Natal, Ribeirão Preto, Sinop e Vitória são as primeiras nove cidades que terão, já em fevereiro, agentes especializados do Sebrae para prestar consultorias às empresas que desejarem aderir aos empréstimos. Em seguida, a partir do mês de março, a expectativa é de que o convênio esteja com cerca de 500 agentes espalhados por todo o país, sobressai Marcio Alaor, do Banco BMG.

 

Lista de sistemas que, segundo o Sebrae, serão modernizados:

  • Implantação do sistema Redesimples;
  • Documentos fiscais eletrônicos das micro e pequenas empresas;
  • E-Social;
  • Processo de restituição automatizada do Simples Nacional;
  • Pedido eletrônico de isenção de IPI e IOF;
  • Pedido simplificado de restituição e compensação;
  • Repositório nacional de dados do Simples Nacional;
  • Aprimoramento do Portal do Empreendedor e Conta Corrente (fiscal) do MEI;
  • Sistema de pagamento do Simples Nacional por modalidades eletrônicas;
  • Sistema de parcelamento do Simples Nacional.

Marcio Alaor reporta as mudanças nas regras de encargos para os pequenos empresários

Em nosso país, já se tornou do senso comum o fato que a alta carga de impostos dificulta a vida do empresário. Mas parece haver uma chance de reduzi-los, ao menos é o que reporta o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor, sobre as mudanças nas regras, recentemente aprovadas pelo governo, que são impostas aos empreendedores e pequenas empresas para que estes possam participar do Simples Nacional, também conhecido como Supersimples. Para quem não sabe, esse regime tributário unifica vários impostos em um único boleto, com o fim de assim não só facilitar o funcionamento dos pequenos negócios, mas também, para a maioria das empresas, levar a uma redução do valor pago em impostos.

Apesar do atrativo que representa, esse privilégio não será para todo e qualquer empresário, lembra Marcio Alaor, posto que a sua concepção é a de justamente favorecer apenas os negócios de pequeno porte. Desse modo, não é nada inesperado que estabeleçam um limite máximo de faturamento anual, o qual cria a divisão entre os que não poderão receber o privilégio e os que terão direito a ele, e que, portanto, estão abaixo deste limite em faturamento anual.

Assim, Marcio Alaor, executivo do Banco BMG, noticia não só os novos valores de limite máximo de faturamento anual, mas também o fato que foi lembrado por Sebastião Luiz Gonçalves dos Santos, que exerce a função de conselheiro no Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo (CRC-SP), , de que já se tinha uma década de congelamento nesses valores, ou seja, 10 anos sem que houvesse algum reajuste nos mesmos. Além disso, ele também completou dizendo que a expectativa da categoria era de que o “teto”, ou seja, o limite máximo pudesse chegar a R$ 7,2 milhões de faturamento anual. Mas, falando então dos valores atualizados, ficou da seguinte forma: para ficar na categoria de MEI (Microempreendedor individual), o limite de faturamento anual que era antes de R$ 60 mil, passou então para R$ 81 mil; já no caso das microempresas, o limite anterior de R$ 360 mil foi aumentado para R$ 900 mil; e, por fim, para as pequenas empresas, o faturamento anual limite deixou de ficar em R$ 3,6 milhões, para então passar a ser de R$ 4,8 milhões. Dito isso, vê-se que as expectativas já citadas não foram nem de longe concretizadas.

Todavia, os mais empolgados com a novidade terão ainda de esperar, pois como lembra Marcio Alaor, as mudanças nos valores de limite de faturamento só valerão a partir de janeiro do ano que vem (2018), ou seja, demorarão um ano inteiro para começarem a valer. E essa mesma demora que, para Jorge Zaninetti, não se justifica juridicamente. O referido advogado tributarista, buscando uma explicação razoável, diz crer que a Receita fez um estudo para então optar por transferir a tal mudança para só daqui a um ano.

Mas, além das referidas mudanças, Marcio Alaor lembra ainda existirem outras que também valem a pena serem citadas. A primeira é que o prazo de parcelamento para o acerto das dívidas das empresas com o pagamento de impostos, que antes era de 60 meses (total de 5 anos), passará, desde não seja a parcela inferior a R$ 300, para 120 meses (total de 10 anos), e valendo para dívidas até o mês de maio deste mesmo ano. A segunda, porém não menos importante, trata do chamado “investidor-anjo” das chamadas start-ups, que passará, com essas mudanças na lei, a não precisar mais ter de se tornar sócio da empresa recebedora dos recursos por ele investidos, possibilitando-lhe também maior segurança jurídica.

 

fonte

Marcio Alaor do BMG noticia as 10 áreas com mais oportunidades de emprego em 2017

Começar o ano com emprego novo. Essa é a expectativa de milhões de trabalhadores espalhados pelo Brasil que se encontram fora do mercado de trabalho. As altas taxas de desemprego, oriundas da crise instaurada no país, chegaram a incríveis 11,9% de nossa população economicamente ativa no último trimestre de 2016 segundo pesquisa do IBGE, evidenciando que está cada vez mais difícil prover o sustento das famílias em nossa nação. Contudo, apesar de vivermos um período de recessão econômica, empresas de diversos setores ainda continuam a oferecer possibilidades de contratação, noticia Marcio Alaor, executivo do Banco BMG.

Uma excelente estratégia de viabilizar recolocação profissional é através de sites especializados na internet. Ao efetuar o cadastro em um deles você poderá visualizar como mais facilidade oportunidades de vagas de acordo com seu perfil profissional, perspectiva salarial ou localização, além de expor seu currículo para um número muito maior de possíveis interessados em contratações, reporta Marcio Alaor do BMG.

Para se ter uma ideia de como a internet pode auxiliar a busca do trabalhador, apenas nos dez primeiros dias de 2017, foram mais de 23,8 mil anúncios de empregos, por todo brasil, divulgados on-line, segundo levantamento do site especializado Adzuma. Essa mesma pesquisa ranqueou as dez áreas que oferecem mais oportunidades de contratação e também revelou informações sobre a média salarial e sua distribuição pelo país, noticia o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor.

Confira a pesquisa:

1. Vendas
Número de vagas 6.087
Média salarial R$ 2.004,44

2. Administrativo/Operacional
Número de vagas 5.288
Média salarial R$ 1.234,49

3. Tecnologia da Informação (TI)
Número de vagas 1.820
Média salarial R$ 2.004,44

4. Manutenção
Número de vagas 1.800
Média salarial R$ 1.690,52

5. Saúde
Número de vagas 1.776
Média salarial R$ 2.349,47

6. Atendimento ao cliente
Número de vagas 1.776
Média salarial R$ 2.349,47

7. Contabilidade e Finanças
Número de vagas 1.665
Média salarial R$ 1.802,62

8. Hospitalidade e Restaurantes
Número de vagas 1.499
Média salarial R$ 1.451

9. Logística
Número de vagas 1.197
Média salarial R$ 1.410,39

10. Engenharia
Número de vagas 1.092
Média salarial R$ 2.622,53

Ainda de acordo com a pesquisa, 64% das oportunidades (15.144) estão localizadas na região sudeste; a região sul vem em segundo lugar e concentra 18,5% das vagas (4.187) e, por fim, a região nordeste apresenta 8,5% das vagas (2.019), conforme reporta o executivo do BMG, Marcio Alaor.

As oportunidades estão atreladas ao cenário econômico nacional e caso o país retome o caminho do crescimento novas possibilidades devem surgir. Segundo o diretor executivo da consultoria Michael Page, Roberto Picino, em 2016 as empresas efetuaram os cortes necessários em busca de maximizar a rentabilidade. Dessa forma há a possibilidade de contratarem mais em 2017 visto que os ajustes já foram promovidos no ano anterior.

Especialistas alertam, no entanto, que o profissional deve manter-se atualizado com as tendências e estar em constante processo de renovação para assim a potencializar suas oportunidades. De acordo com Ricardo Basaglia, também diretor executivo da Michael Page, as empresas estão em busca de diferenciais e não de profissionais medianos, que não agreguem e nem estejam aptos a sugerir e entender mudanças, noticia Marcio Alaor do Banco BMG.

 

Fontes:

Exame

G1

Época Negócios

 

Dicas para economizar em tempos de crise, por Marcio Alaor

O brasileiro anda sofrendo bastante os efeitos da crise econômica instaurada no país. Nos últimos tempos, com a alta nos preços de alimentos e serviços, manter as contas domésticas em equilíbrio transformou-se num grande desafio para a maioria das famílias de nossa nação. Poupar, cortar e economizar tem sido palavras recorrentes no cotidiano das pessoas. Diante deste cenário pouco animador, tornou-se imprescindível que o brasileiro adote estratégias que visem uma melhor organização da sua vida financeira. Nesse sentido, especialistas em finanças oferecem algumas sugestões que facilitam o processo, reporta Marcio Alaor, executivo do banco BMG.

Saiba para onde vai o seu dinheiro. Anote todos os gastos, classificando-os por categoria. Pode ser feito no computador, em aplicativos para celular ou mesmo no tradicional caderninho. O importante é não deixar passar nada. Desta forma você saberá onde gastou cada centavo de sua renda e se ela foi realmente bem utilizada, noticia Marcio Alaor.

Corte os gastos desnecessários. Após a análise de todas as suas despesas não é difícil identificar gastos que poderiam ser reduzidos ou eliminados como, por exemplo, aquelas diversas saídas para almoçar fora ou a assinatura da TV a cabo (que você quase não assiste pois fica a maior parte do tempo na rua). Marcio Alaor também recorda que deve ser criada a consciência de evitar despesas por pura vaidade: comprar aquele celular de última geração e que cumpre exatamente as mesmas funções do seu atual não é interessante.

Não deixe para poupar no fim do mês. Reserve um percentual do seu salário para poupança ou investimento do seu interesse assim que você recebê-lo. O simples fato de deixar para guardar o que supostamente irá sobrar no final do mês implica em grandes possibilidades de você não ter nada para guardar, cita o empresário do banco BMG.

Pechinche sempre que possível. Peça ou solicite descontos sempre que existir a possibilidade. Não é vergonha alguma receber um abatimento no preço daquele item que ou serviço que irá adquirir. Afinal de contas, se você irá pagar, porque não pagar um preço menor?

Use o cartão de crédito com moderação. Apesar de tentador deve-se ter muito cuidado com o uso desenfreado do cartão de crédito, pois, afinal de contas, ele nos traz a sensação de que possuímos um poder de compra maior do que realmente temos, lembra Marcio Alaor. Muitas pessoas o utilizam de forma indisciplinada e parecem esquecer que ao fim do mês a conta chegará em casa. E nesse ponto reside o problema: os juros decorrentes de dívidas por cartão de crédito estão entre os maiores do mercado, o que muitas vezes impossibilita o usuário de quitar suas dívidas. Dê preferência a comprar à vista sempre.

Segundo os especialistas, os conselhos mencionados acima necessitam de esforço e disciplina por parte de quem pretende economizar. Certamente alguns hábitos podem ser difíceis de mudar e imprevistos poderão acontecer. Contudo, a garantia de equilíbrio financeiro e a consequente melhoria na qualidade de vida da família compensarão todo empenho utilizado na jornada, reporta Marcio Alaor.

Marcio Alaor reporta o impacto econômico que o fumo pode causar no mundo, segundo a OMS

Que o tabagismo é um hábito nada saudável, praticamente todo mundo já sabe, porém, o que poucos têm conhecimento é do quanto ele tem custado à economia mundial. Para se ter uma ideia disso, o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor, reporta que a Organização Mundial da Saúde (OMS), junto com o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos da América (NCI), elaboraram um relatório tratando dos impactos do tabagismo tanto na economia dos países, quanto na saúde das populações. Assim, concluiu-se que o costumeiro hábito do fumo pode custar aos países um montante superior a 1 trilhão de dólares anuais. Sim, uma quantia impressionante, equivalente ao Produto Interno Bruto (PIB) de alguns país, inclusive.

Após entendidos os resultados obtidos, fica evidente, não só para Marcio Alaor, mas também para toda a grande mídia, economistas e profissionais de saúde, que é ao se ignorar os impactos da produção em larga escala do tabaco, que por consequência têm enormes prejuízos não só o sistema de saúde do país, mas principalmente as famílias afetadas por esse vício. Afinal, ainda nos dias de hoje, morrem, todo ano, cerca de seis milhões de pessoas, de forma prematura, devido ao fumo. E o mais preocupante disso é haver dentre os fumantes, no mundo, 1,1 bilhão menores de 16 anos de idade, além de 226 milhões em situação de pobreza.

Mas há também uma perspectiva otimista, concluída pelo relatório, como lembra Marcio Alaor, do Banco BMG, que é o fato de serem os investimentos nas políticas de controle de uso do tabaco, a exemplo do aumento dos preços e impostos, capazes de proteger as pessoas dessas doenças que o fumo ocasiona, e que são as que mais matam no mundo, mais precisamente o câncer e os problemas cardíacos. Sem contar que, para os governos, também seria uma fonte de receitas, não só para obviamente a saúde, mas também para o desenvolvimento.

E se há esse tipo de possibilidade, é preciso adotar os procedimentos necessários para que todas as nações consigam atingir essas benesses, principalmente a nossa. Portanto, como recorda Marcio Alaor, o estudo também conclui que o banimento, por parte dos respectivos governos dos países, do marketing de incentivo ao uso do tabaco, somado ao aumento dos impostos de cigarros para oitenta centavos de dólar por pacote (trata-se de um relatório americano, por isso a moeda estrangeira), traria a possibilidade real de um aumento em suas receitas de até 47%, ou de 140 bilhões nessa mesma moeda.

Marcio Alaor cita ainda a conclusão lógica do relatório de que, com esse referido aumento das taxas por cada cartela de cigarro, e sendo no valor exato estipulado, o preço de venda do cigarro subiria em 42%, assim inevitavelmente estimulando um declínio desse hábito entre a população dos países que por ventura adotarem tal medida. Sim, é factual de que um alto preço termina por desestimular a manutenção do vício. E ele termina ainda reportando ser conclusivo que haverá uma queda de pelo menos 66 milhões de fumantes adultos.

 

Qualidade e benefício em seu trabalho, por Marcio Alaor do BMG

Em 2012, uma pesquisa revelou dados interessantes a respeito da produtividade no trabalho, onde os funcionários de uma empresa fizeram uma lista de benefícios que gostariam de receber da empresa onde trabalham, recorda Marcio Alaor, executivo do Banco BMG, grande instituição financeira. Existe uma diferença entre o que pode ser feito para seus funcionários que torna seu custo-benefício atraente e o que torna-se inviável e oneroso. É possível ser flexível quanto ao horário de trabalho, por exemplo, desde que o serviço seja realizado eficientemente. Por outro lado, promover um funcionário baseando-se apenas em seu tempo na empresa, sem que ele esteja apto ao cargo pode ser um risco, explica Marcio Alaor, referindo-se à pesquisa.

Analisando os dados dessa pesquisa, o primeiro item é “trabalhar com mais qualidade e ganhar mais”. Como isso é possível? Marcio Alaor mostra que os dados sugerem que uma reorganização no espaço e tempo de trabalho é favorável. Desse modo o empenho é focado em executar, tarefas simples e complexas, de forma rápida e eficiente. Com isso, o tempo exigido em cada função diminui e tem-se tempo para engajar-se em novas incumbências. Seguindo essa premissa nota-se um aumento, não só da produtividade, mas um aumento do número de serviços concluídos com êxito. Assim, os ganhos aumentam consideravelmente, reporta Marcio Alaor, recordando os princípios do Banco BMG.

Ainda segundo a pesquisa, os funcionários querem um ambiente de trabalho onde sentem prazer em trabalhar. Personalizar seu espaço, de modo a deixá-lo mais familiar e agradável, elevam sua atenção e determinação no cumprimento das suas funções ao longo do dia. Dessa forma, preocupações e estresse diminuem diante da sensação de que você é o senhor daquele espaço e que o prazer de uma tarefa bem finalizada dependem muito do ambiente ao seu redor.

Outro fator que faz a diferença na obtenção do melhor resultado na empresa: liderança. Um líder eficiente vem com a experiência que obteve ao longo do trabalho e da realização bem sucedida das tarefas propostas pela empresa. Capacitar líderes entre os colaboradores incentiva resultados melhores e mostra que é possível atingir patamares mais altos e, com isso, obter sucesso, maximizando lucro para si mesmo, os seus e a empresa que representa, assim como ocorre no Banco BMG, por exemplo.

O que mais pode ser citado na pesquisa para que haja melhoria no ambiente de trabalho e a cordialidade e compromisso entre funcionários e diretores,conforto no seu espaço de trabalho e reconhecimento da dedicação ao emprego também evidenciam que as pessoas trabalham mais e melhor onde possam se sentir úteis e reconhecidas. O importante, reitera Marcio Alaor,do Banco BMG, segunda a pesquisa realizada, é que haja um acordo mútuo entre empresa e colaborador, para que ambos possam usufruir da capacidade máxima um do outro. No ambiente propício, as pessoas tendem a dar o melhor de sim. Isso é fato. Elas precisam ser incentivadas e direcionadas para obterem o melhor resultado em suas tarefas diárias. Por que não se fazer valer disso e lucrar? Conclui, Marcio Alaor, do Banco BMG.

Fonte: Exame